Eu não o conheço. Não sei como fala, o som da sua voz, não sei se fecha os olhos quando sorri ou se dá gargalhadas muito altas, não sei se olha nos olhos quando fala ou se é daqueles que não gosta desse tipo de contacto. Eu não sei nada sobre ele, nem o seu nome. O que eu sei é que ele frequenta o mesmo ano que eu e que o conheço a apenas dois meses.
“Meninas, por favor, parem de olhar para ele, ele vai reparar.” Disse-lhes quando estavam as minhas três amigas de olhos postos nele e nos seus dois amigos. “Pois, já reparou, bonito, muito bonito”. E rapidamente se viraram, rindo-se e pedindo-me desculpas.
“Provavelmente nem viu, Sofia. Calma”
“Vamos dançar?” Perguntou-me o Afonso, aproximando-se demasiado do meu ouvido. Eu retrai-me um pouco, devido principalmente ao susto e, também, por falta de à-vontade, mas penso que ninguém reparou. “Claro que sim” respondi-lhe, lançando um último olhar ao único rapaz de quem desejaria ouvir aquela pergunta. Ele devolveu-me o olhar e eu rodei os calcanhares em sentido contrário e fui para a pista lado a lado com o Afonso.
“Meninas, por favor, parem de olhar para ele, ele vai reparar.” Disse-lhes quando estavam as minhas três amigas de olhos postos nele e nos seus dois amigos. “Pois, já reparou, bonito, muito bonito”. E rapidamente se viraram, rindo-se e pedindo-me desculpas.
“Provavelmente nem viu, Sofia. Calma”
“Vamos dançar?” Perguntou-me o Afonso, aproximando-se demasiado do meu ouvido. Eu retrai-me um pouco, devido principalmente ao susto e, também, por falta de à-vontade, mas penso que ninguém reparou. “Claro que sim” respondi-lhe, lançando um último olhar ao único rapaz de quem desejaria ouvir aquela pergunta. Ele devolveu-me o olhar e eu rodei os calcanhares em sentido contrário e fui para a pista lado a lado com o Afonso.
Sem comentários:
Enviar um comentário