quarta-feira, 27 de outubro de 2010
I'm done...
lição dos 20 anos
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
KARMA
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
noite
terça-feira, 5 de outubro de 2010
mentiras e mais mentiras.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
21 anos
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
the silence
love
terça-feira, 7 de setembro de 2010
o inevitável outono
O quê que queres que eu diga? Que estou contente? Satisfeita? Mais feliz do que nunca? Como é que queres que eu diga essas coisas quando eu não as sinto nem sequer as encontro em mim? O Outono está a chegar. E eu olho pela janela do meu quarto e já vejo as folhas ,outrora verde vivas, a caírem castanhas mortas. É isso que se está a passar comigo? Serei eu uma folha? Quando o sol batia forte de manhã, a espreitar pelas portadas castanhas gastas da casa de verão, eu acordava ao teu lado. Todas as manhãs deste meu verão, eu deitei-me e acordei contigo. E quando o Sol se foi embora e veio o frio de meia estação, tu foste-te embora para a tua cidade e deixaste-me. Deixaste-me sem sol e pendurada por um fio na árvore. Não, não espero por ti. Eu sei que não voltas. Eu espero por cair. É inevitável.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
fire
keep
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
don't bother
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
domingo, 1 de agosto de 2010
silence
quarta-feira, 21 de julho de 2010
passa
terça-feira, 20 de julho de 2010
fly away from here.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
felicidade, outra vez.
breathe
terça-feira, 22 de junho de 2010
voilá
quinta-feira, 3 de junho de 2010
falling
sexta-feira, 14 de maio de 2010
domingo, 9 de maio de 2010
sábado, 8 de maio de 2010
sexta-feira, 7 de maio de 2010
epa
felicidade
sábado, 1 de maio de 2010
vida.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
eh la
terça-feira, 20 de abril de 2010
just say yes
terça-feira, 13 de abril de 2010
voltei
domingo, 11 de abril de 2010
:)
quinta-feira, 8 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
:D
sábado, 3 de abril de 2010
breakaway
But when I tried to speak out
Felt like no one could hear me
Wanted to belong here
But something felt so wrong here
So I'd pray
I could break away
I'll spread my wings and I'll learn how to fly.
I'll do what it takes till I touch the sky.
Make a wish, take a chance,
Make a change, and break away.
Out of the darkness and into the sun.
But I won't forget all the ones that I love.
I'll take a risk, take a chance,
Make a change, and break away"
terça-feira, 30 de março de 2010
oito - dez
sábado, 27 de março de 2010
segunda-feira, 22 de março de 2010
sexta-feira, 19 de março de 2010
here i am
They can pour their heart and soul into
Well if you need a place where you can run
If you need a shoulder to cry on
I'll always be your friend
When you need a shelter from the rain
When you need a healer for your pain
I will be there time and time again"
segunda-feira, 8 de março de 2010
anatomia de Grey
quarta-feira, 3 de março de 2010
terça-feira, 2 de março de 2010
porta-chaves!
:D
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Alive
sábado, 20 de fevereiro de 2010
pesadelo
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
medo, qual medo ?
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
:)
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
tik tok
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
"i told you so"
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
às vezes
"Às vezes é preciso aprender a perder, a ouvir e não responder, a falar sem nada dizer, a esconder o que mais queremos mostrar, a dar sem receber, sem cobrar, sem reclamar. Às vezes é preciso respirar fundo e esperar que o tempo nos indique o momento certo para falar e ...então alinhar as ideias, usar a cabeça e esquecer o coração, dizer tudo o que se tem para dizer, não ter medo de dizer não, não esquecer nenhuma ideia, nenhum pormenor, deixar tudo bem claro em cima da mesa para que não restem dúvidas e não duvidar nunca daquilo que estamos a fazer. E mesmo que a voz trema por dentro, há que fazê-la sair firme e serena, e mesmo que se oiça o coração bater desordeiramente fora do peito é preciso domá-lo, acalmá-lo, ordenar-lhe que bata mais devagar e faça menos alarido, e esperar, esperar que ele obedeça, que se esqueça, apagar-lhe a memória, o desejo, a saudade, a vontade. Às vezes, é preciso partir antes do tempo, dizer: aquilo que mais se teme dizer, arrumar a casa e a cabeça, limpar a alma e prepará-la para um futuro incerto, acreditar que esse futuro é bom e afinal já está perto, apertar as mãos uma contra a outra e rezar a um Deus qualquer que nos dê força e serenidade. Pensar que o tempo está a nosso favor, que a vontade de mudar é sempre mais forte, que o destino e as circunstâncias se encarregarão de atenuar a nossa dor e de a transformar numa recordação ténue e fechada num passado sem retorno que teve o seu tempo e a sua época e que um dia também teve o seu fim. Às vezes mais vale desistir do que insistir, esquecer do que querer, arrumar do que cultivar, anular do que desejar. No ar ficará para sempre a dúvida se fizémos bem, mas pelo menos temos a paz de ter feito aquilo que devia ser feito. Somos outra vez donos da nossa vida e tudo é outra vez mais fácil, mais simples, mais leve, melhor. Às vezes é preciso mudar o que parece não ter solução, deitar tudo a baixo para voltar a construir do zero, bater com a porta e apanhar o último comboio no derradeiro momento e sem olhar para trás, abrir a janela e jogar tudo borda-fora, queimar cartas e fotografias, esquecer a voz e o cheiro, as mãos e a cor da pele, apagar a memória sem medo de a perder para sempre, esquecer tudo, cada momento, cada minuto, cada passo e cada palavra, cada promessa e cada desilusão, atirar com tudo para dentro de uma gaveta e deitar a chave fora, ou então pedir a alguém que guarde tudo num cofre e que a seguir esqueça o segredo. Às vezes é preciso saber renunciar, não aceitar, não cooperar, não ouvir nem contemporizar, não pedir nem dar, não aceitar sem participar, sair pela porta da frente sem a fechar, pedir silêncio, paz e sossego, sem dor, sem tristeza e sem medo de partir. E partir para outro mundo, para outro lugar, mesmo quando o que mais queremos é ficar, permanecer, construir, investir, amar. Porque quem parte é quem sabe para onde vai, quem escolhe o seu caminho e mesmo que não haja caminho porque o caminho se faz a andar, o sol, o vento, o céu e o cheiro do mar são os nossos guias, a única companhia, a certeza que fizemos bem e que não podia ser de outra maneira. Quem fica, fica a ver, a pensar, a meditar, a lembrar. Até se conformar e um dia então esquecer."


