
Trimmmm, toca a campainha do seu novo apartamento. Ela, ainda ocupada com as mudanças, abre a porta. É a sua nova amiga da faculdade que, por sinal, é a melhor amiga dele. Cumprimentou-a, convidou-a para entrar e fechou a porta.
A sua amiga senta-se na secretária na sala e repara que o diário dela está em cima, aberto na data de há dois dias atrás. Quando ela foi arrumar umas coisas na cozinha, a sua nova amiga começou a lê-lo.
Tu pões-me triste. Tu fazes-me miserável. Olhar para ti é doloroso. Pensar em ti é de morte. Estar contigo é arrepiante.
A sua amiga sabia que ela se referia ao seu melhor amigo. Ficou triste e escreveu-lhe uma nota numa folha solta. Meteu-a dentro do diário e fechou-o. Quando ela chegou da cozinha reparou que a sua amiga estava com um ar triste.
- Tu ainda gostas dele, depois de todos estes anos?!, perguntou a amiga.
Sim. Simm. SIMMMM.
- Não. Porquê que perguntas?
- Porque li uma passagem do teu diário de há dois dias atrás...
Merda.
- ... que foi quando estivemos todos juntos ... e depois até apareceu a namorada dele.
- A namorada dele... exacto.
- E vais desistir?!
Não. Nunca.
- Vou. Ele escolheu estar assim. E eu também escolhi.
- Tens a certeza de que não gostas dele?
Não.
- Sim, amiga.
Elas levantaram-se e a sua amiga foi-se embora. Depois de fechar a porta, ela começa a chorar e pega no seu diário. Deixa cair uma folha dobrada. Que estranho. Desdobra o papel e lê-o para si.
Não sei porque que as pessoas mentem em relação ao que sentem. Admite o que sentes e quem sabe se não descobres uma surpresa. Deixa o orgulho de lado porque tens aqui uma bela oportunidade de seres feliz. Eu sei do que falo.
A tua amiga.
A sua amiga senta-se na secretária na sala e repara que o diário dela está em cima, aberto na data de há dois dias atrás. Quando ela foi arrumar umas coisas na cozinha, a sua nova amiga começou a lê-lo.
Tu pões-me triste. Tu fazes-me miserável. Olhar para ti é doloroso. Pensar em ti é de morte. Estar contigo é arrepiante.
A sua amiga sabia que ela se referia ao seu melhor amigo. Ficou triste e escreveu-lhe uma nota numa folha solta. Meteu-a dentro do diário e fechou-o. Quando ela chegou da cozinha reparou que a sua amiga estava com um ar triste.
- Tu ainda gostas dele, depois de todos estes anos?!, perguntou a amiga.
Sim. Simm. SIMMMM.
- Não. Porquê que perguntas?
- Porque li uma passagem do teu diário de há dois dias atrás...
Merda.
- ... que foi quando estivemos todos juntos ... e depois até apareceu a namorada dele.
- A namorada dele... exacto.
- E vais desistir?!
Não. Nunca.
- Vou. Ele escolheu estar assim. E eu também escolhi.
- Tens a certeza de que não gostas dele?
Não.
- Sim, amiga.
Elas levantaram-se e a sua amiga foi-se embora. Depois de fechar a porta, ela começa a chorar e pega no seu diário. Deixa cair uma folha dobrada. Que estranho. Desdobra o papel e lê-o para si.
Não sei porque que as pessoas mentem em relação ao que sentem. Admite o que sentes e quem sabe se não descobres uma surpresa. Deixa o orgulho de lado porque tens aqui uma bela oportunidade de seres feliz. Eu sei do que falo.
A tua amiga.
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