terça-feira, 22 de junho de 2010

voilá

À mesa, seja ao almoço e ao jantar, seja a ouvir as notícias ou nós a contarmos algo que nos tenham dito, a sua frase é sempre a mesma. E no início, custou-me acreditar. No início achava um exagero do meu pai mas a verdade é que os seus 49 anos lhe dão direito a proferí-la.

"Não acredites em nada do que te dizem"

quinta-feira, 3 de junho de 2010

falling

"I'll dance myself up
Drunk myself down
Find people to love
Love people too drunk
I'm not scared to jump
I'm not scared to fall
If there was nowhere to land
I woudn't be scared at all"

you got the love

"sometimes I feel like throwing my hands up in the air"

sexta-feira, 14 de maio de 2010

11 Maio 2010
Parque Eduardo VII
Como as coisas mudam. É ridícula a rapidez com que as coisas de facto mudam. Há uns tempos atrás, andava eu desesperada, desorientada, destruída... Uma quantidade de "des-". Tinha mudanças de humor que era uma coisa doida e quando chegava a casa berrava para as paredes ou para a minha amiga, que me ouvia e nada dizia. Até me calar e me recompor. Há uns tempos eu era assim. Mas agora que penso nisso, parece-me tão distante... Parece-me irreal o que aconteceu. E às vezes tenho que pensar mesmo e perguntar "isto aconteceu?" "eu comportei-me daquela maneira?". Mas a verdade é que passou. Passou e já passou. Tento lembrar-me, tento fazer com que isso não volte a escorregar-me da memória mas a verdade é que não foi assim tão mau para ficar registado. A verdade é que eu já sofri bem pior e já chorei muito mais do que agora. E essas, sim, essas memórias não vão embora tão facilmente como ele foi. Não esqueço essas memórias de há anos atrás tão rápido como tu me esqueceste. É quando penso em tudo ao mesmo tempo e relaciono que me apercebo de que o que eu chorei este ano, foi por toda a tristeza acumulada dos anos anteriores, em que me proibí de deitar uma lágrima. Este ano chorei por todos os anos e todas as tristezas que aconteceram nesses anos. Porque agora nada de mais se passou. Ou, o que se passou foram coisas ordinárias... Coisas que acontecem todos os dias a toda a gente. Sim, mentiram-me uma e outra e outra e outra vez. Sim, magoaram-me. Sim, desiludiram-me. Sim. Mas isso acontece sempre. E este ano as minhas respostas foram exageradas... porque eu já estava magoada. Foi como uma última gota necessária para fazer deitar a água cá para fora, estás a ver? Porque se eu estivesse bem, não deitaria nenhuma lágrima. Eu estava partida. E agora ando a colar-me aos bocados. Mas não preciso de ajuda de ninguém, nem vou pedir. Eu sozinha sei que consigo. E eu vou conseguir, mais cedo ou mais tarde. E vou voltar a ser quem eu já fui. Aliás, isso parece-me impossível. Nunca na vida vou voltar a ser quem fui. Sei que a ingenuidade, essa já se foi. E também abri os olhos nos últimos meses. É incrível, estou a adorar. Portanto, secalhar não quero voltar a ser quem eu era. Quero ser melhor, mais com os pés na terra, sem nunca deixar de ter os meus sonhos. (lamechas)
" 'Cause all of the stars are fading away .. Just try not to worry "

domingo, 9 de maio de 2010

quero ser livre!

sábado, 8 de maio de 2010